O desafio
Ensino personalizado de idiomas não escala. Professores independentes trocam horas por aulas e não conseguem atender a demanda por prática entre as sessões. Escolas de idiomas precisam de uma ferramenta de prática disponível 24 horas, mas construir um backend conversacional com voz, avaliação de nível e correção pedagógica é um projeto de engenharia que a maioria não tem como bancar. E o aluno, no intervalo entre aulas, fica sem interlocutor: é exatamente onde a fluência estaciona.
Havia ainda um problema técnico traiçoeiro: alunos mandam mensagens em rajada. Sem tratamento, cada fragmento dispara uma resposta da IA e a conversa vira ruído.