O desafio
Uma empresa do setor de educação básica (K-12), com força de vendas consultivas B2B para escolas, queria elevar o uso de IA do seu time comercial. O ponto de partida não era resistência: o diagnóstico aplicado antes do programa mostrou que os cinco líderes de vendas, todos com mais de três anos de estrada, já usavam IA, três deles quase todo dia, entre ChatGPT, Gemini, Copilot e Claude.
O problema era o nível do uso. As aplicações declaradas eram operacionais: criar apresentações e propostas (5 de 5), resumir documentos e reuniões (4 de 5), redigir e-mails (3 de 5). Já as prioridades apontavam para outro patamar: todos os cinco queriam usar IA para decidir mais rápido e com mais dados, e quatro dos cinco queriam liderar a adoção nos próprios times. As tarefas que mais consumiam tempo eram reuniões de alinhamento e preparação de propostas; e havia um pedido recorrente por clareza sem tecnês.
O desafio de desenho, portanto, era outro: partir de quem já usa a ferramenta e subir o degrau, do uso que economiza minutos para o uso que muda decisões de carteira, forecast e proposta.